A Empresa


Aspectus Consulting é uma empresa de São Paulo que tem como objetivo primário a melhoria dos processos de aprendizagem nas empresas e instituições. Por meio de intensas pesquisas no cenário mundial, visa despertar em seus ouvintes e clientes o interesse rumo a uma transformação tão necessária nesse mercado tecnológico e cada vez mais complexo. Continuar lendo

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AS MULHERES SÃO 3% MAIS INTELIGENTES QUE OS HOMENS!

As mulheres dominam nove tipos de inteligência, e os homens, só três.
Novo levantamento de um pesquisador carioca, que analisou 137 mil notas de 22 mil alunos, indica que as mulheres podem ser 3% mais inteligentes que os homens, além de dominarem mais diferentes tipos de “inteligências”.

Conduzido no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam) pelo professor de Matemática e Estatística José Abrantes, que também dá aulas na UERJ, o estudo interpretou os dados dos estudantes com base na Teoria das Inteligências Múltiplas, do renomado neurologista americano Howard Gardner. A teoria diz que as habilidades individuais vêm dos diferentes 12 tipos de inteligência, genéticos ou aprendidos durante a vida.
“Muitas pesquisas anteriores usavam como base o teste de QI, que privilegia inteligências mais comuns no homem, como o raciocínio lógico
As mulheres são mais atenciosas, organizadas e disciplinadas. Tiram notas mais altas, e considera-se o rendimento escolar um dos indícios de inteligência”. Depois de obter os dados de provas e médias dos alunos, o professor enquadrou determinadas aptidões demonstradas em cada disciplina com a teoria de Gardner.
Eu concordo! Afinal até mesmo a CIA Americana está contratando mais espiãs do que espiões. Dizem que uma espiã vale por 3 espiões!
Por isso, eu sugiro que nós, homens, imitemos a atitude e as qualidades das mulheres no nosso local de trabalho.
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Dar risada é um bom remédio

“Neurologistas da Universidade Stanford descobriram outra razão pela qual dar risada nos faz sentir bem”, noticia o periódico UC Berkeley Wellness Letter. “Eles monitoraram a atividade cerebral de pessoas que lêem histórias em quadrinhos cômicas. Descobriram que o bom humor e dar risada desencadearam os ‘centros de recompensa’” do cérebro, as mesmas áreas afetadas pelas drogas estimulantes. “Rir diminui a tensão, tranqüiliza a mente e levanta o ânimo”, diz o Wellness Letter. O riso também aumenta a produção hormonal e a freqüência cardíaca, além de contribuir para melhorar a circulação sanguínea e o tônus muscular. “De fato, uma boa risada é um tipo de exercício”, observa o Wellness Letter. “Mas não queima muitas calorias; por isso, não pense que rindo à vontade você vai emagrecer.”

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Confiança em crise

No mundo todo, suspeita-se de políticos e de líderes empresariais, diz o International Herald Tribune, de Paris. De acordo com uma pesquisa da Gallup International realizada em 60 países, a maioria acha que os líderes políticos são “desonestos”, têm “muito poder”, são “altamente manipuláveis” e “agem de maneira antiética”. Na África, Ásia Ocidental e América Latina, mais de 80% dos entrevistados expressaram dúvidas sobre a honestidade dos políticos. Os líderes empresariais têm uma reputação um pouco melhor — apenas cerca de 40% dos entrevistados achavam que esses líderes eram desonestos ou antiéticos. Sobre a segurança global, 55% na Europa Ocidental eram pessimistas quanto ao futuro. No Egito, 70% achavam que “o futuro parece sombrio”. Os de outros países africanos eram mais otimistas, 50% dos entrevistados achavam que a situação melhoraria.

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Trabalhar doente

“Pessoas que se arrastam para trabalhar mesmo quando estão doentes” podem estar aumentando a possibilidade de contrair doenças cardíacas, relata o Telegraph, jornal britânico on-line. Cientistas do University College de Londres estudaram os registros de saúde e de comparecimento ao trabalho de mais de 10 mil funcionários públicos, ao longo de um período de 10 anos. Cerca de 30% a 40% dos funcionários que não ficavam em casa descansando quando estavam doentes — mesmo com um simples resfriado — “tiveram o dobro de incidência de doenças coronárias nos anos posteriores”, disse Sir Michael Marmot, diretor do estudo.
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Os conselhos da esposa 
 

“Um estudo revelou que quase dois terços dos diretores de grandes empresas preferem os conselhos da esposa aos de outros membros da diretoria ou de colegas quando enfrentam um problema difícil no trabalho”, declara The Times de Londres. Bob Arnold, cuja empresa de consultoria fez essa pesquisa, diz que o que os executivos de empresa querem de seus conselheiros não é perícia, mas confiança. Ele explica: “Naturalmente, a independência, a objetividade e a experiência são atributos necessários para conselheiros dos membros da diretoria”, mas, visto que a confiança é a coisa mais importante, as esposas são a primeira escolha dos diretores.

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Jardinagem faz bem à saúde

“Pesquisadores estão notando que cultivar o próprio alimento, não importa a quantidade, é melhor para a saúde do que se acreditava”, disse a revista Psychology Today. Estudos mostraram que quando “certos tipos de microbactérias transmitidas pelo solo” foram ingeridas ou inaladas, causaram uma “melhora significativa ao sistema imunológico humano”. Assim, disse a revista, “há cada vez mais evidências de que absorver elementos diretamente do solo pode ser tão importante para a saúde humana como comer as melhores frutas, verduras e legumes que crescem nele”.
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Subir escadas faz bem à saúde


“Usar a escada com regularidade é algo simples e prático e faz bem à saúde”, comentou a revista médica britânica The Lancet. Pesquisadores pediram a 69 trabalhadores sedentários que usassem apenas a escada em seu local de trabalho em vez de usar o elevador. Após 12 semanas, observou-se um aumento de 8,6% na capacidade aeróbica dos funcionários, resultando “numa redução de 15% no risco de morte por qualquer motivo”. Os funcionários também perceberam uma melhora significativa em coisas como “pressão arterial, colesterol, peso, massa gorda e circunferência da cintura”.

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DICAS DE COMO USAR TERNINHOS

O terninho é super importante no guarda roupa feminino, pode ser usado tanto no trabalho como em uma balada, unido a bons acessórios.
Mulheres de várias idades vêm usando terninhos, e muitas dessas mulheres emendam o trabalho com uma saidinha à noite. Essas recorrem para os terninhos mais modernos e abusam dos acessórios para incrementa a produção.
Uma saia, com uma camisa de tricoline e um colar tanto pode ser usado para o trabalho como para uma festa à noite.
Normalmente um terno para trabalhar tem as duas peças da mesma cor, mas se você quer estar bem arrumada e não necessariamente usando o terno completo, pode ser usado a parte de cima o terno vermelho, com uma calça jeans e um belo colar.
Os acessórios dourados e as pérolas estão “com tudo”, e caem super bem com os terninhos.
Se a mulher adora um “brincão”, não tenha medo, mas evite no ambiente de trabalho, deixe-o na bolsa, e no fim do expediente o coloque para o happy hour.
Uma ótima opção para estar linda no trabalho e fora dele é: usar o a calça do terno, o blazer, e um peep toe e vestir por baixo do blazer um corselet e levar dentro da bolsa uma sandália alta para usar no fim do trabalho para ir para a “night”, não esqueça de tirar o blazer para a festa, se estiver um pouco frio pode até por um cachecol para dar uma aquecida e completar o look festa.
E também pode ser feito o contrário, usar a parte de cima o terno (o blazer), com uma calça jeans, uma sandália bem alta e jogar alguns colares. De sempre ênfase aos acessórios que muda toda a produção.

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Sapatos Masculinos


Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos, porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico.
Existem evidências que a história do sapato começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no sul da França, fazem referência ao calçado.
Entre os utensílios de pedra dos homens das caverna existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga. Nos hipogeus egípcios, que eram câmaras subterrâneas usadas para enterros, e que têm idade entre seis e sete mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados.


Reprodução de um sapato alemão de couro do século II.

No Antigo Egito, as sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário. Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um faraó como Tutancamon usava sandálias e sapatos de couro simples, apesar dos enfeites de ouro.
Na Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru, amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os coturnos eram símbolos de alta posição social.
Na Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo.
Na Roma Antiga, o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos por quatro fitas pretas de couro atadas a dois nós, e o calçado tradicional das legiões era a bota de cano curto que descobria os dedos.
Na Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas, atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.

Sapatos dos índios americanos no Museu Britânico, em Londres.
A padronização da numeração é de origem inglesa. O rei Eduardo I foi quem uniformizou as medidas. A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642, quando Thomas Pendleton forneceu quatro mil pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos.
Em meados do século XIX começaram a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados, mas, só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.
A partir da quarta década do século XX, grandes mudanças começam a acontecer na Indústria calçadista, como a troca do couro pela borracha e pelos materiais sintéticos, principalmente nos calçados femininos e infantis.

Franca-SP – O maior pólo industrial de calçados da América Latina
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