FOTO http://www.flickr.com/photos/smithsonian/ 

Um dia acabará o preconceito?
CONSTA que o cientista Albert Einstein disse certa vez que neste mundo triste é mais difícil quebrar o preconceito do que um átomo. Algo semelhante disse Edward R. Murrow, jornalista que ficou famoso na Segunda Guerra Mundial e mais tarde foi o diretor da Agência de Informações dos Estados Unidos, ao declarar que “ninguém pode eliminar os preconceitos — só admiti-los”.
Em muitas empresas tem acontecido isso!
Como se explica o desenvolvimento de várias características raciais?

“Todos os homens que vivem hoje pertencem a uma única espécie, Homo sapiens, e vieram de uma estirpe comum. . . . As diferenças biológicas entre os seres humanos são em razão das diferenças na constituição hereditária e da influência do meio ambiente sobre esse potencial genético. Na maioria dos casos, essas diferenças se devem à interação dessas duas séries de fatores. . . . As diferenças entre indivíduos de uma raça ou de uma população são amiúde maiores do que as diferenças medianas entre as raças ou as populações.” — Um grupo internacional de cientistas convocados pela UNESCO, citado em Statement on Race (Nova Iorque, 1972, terceira ed.), Ashley Montagu, pp. 149, 150.

“Uma raça é simplesmente uma das aglomerações de genes parcialmente isoladas em que se dividiu a espécie humana durante e depois de sua primitiva dispersão geográfica. De modo geral, desenvolveu-se uma raça em cada uma das cinco grandes regiões continentais da terra. . . . O homem realmente variou geneticamente durante esta fase da história, e nós podemos medir e estudar os resultados desta variação no que atualmente resta das antigas raças geográficas. Conforme era de esperar, a variação parece estar correlacionada com o grau de isolamento. . . . Quando ocorreu a formação de raças nos continentes, com a segregação de milhares de populações em aglomerações isoladas de genes, em todo o mundo, estabeleceram-se as diferenças da freqüência de genes que vemos agora. . . . O paradoxo que nos confronta é que cada grupo de humanos parece externamente ser diferente, no entanto, por baixo destas diferenças há uma similaridade fundamental.” (Heredity and Human Life, Nova Iorque, 1963, H. L. Carson, pp. 151, 154, 162, 163)

 (Assim, no início da história humana, quando um grupo de pessoas ficou isolado de outros e o casamento era contraído dentro desse grupo, acentuaram-se na sua descendência certas combinações distintas de traços genéticos.)


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSE ARTIGO!

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